Confissões ... de mulheres

Não é a primeira vez que estamos lidando com o tema da homo/hetero/bi-sexualidade, um tópico que recebe muitas críticas, mas que também encontra muitos apoiadores.

Pessoalmente, acho que concordo com a teoria de que é certo satisfazer a curiosidade de alguém e experimentar um beijo com alguém do mesmo sexo, pelo menos uma vez na vida. E eu não acho que sou a única pessoa a pensar dessa maneira.

Um casal na cama

Se queremos citar a sabedoria popular, aquela que é transmitida oralmente de geração em geração, todos nós já ouvimos pelo menos uma vez na vida: "você sabe como é, é a idade!". Infância e pré-adolescência são fases em que as crianças descobrem o mundo. Nestas fases nos relacionamos mais com as pessoas do nosso sexo do que com os outros. É, portanto, fácil para os primeiros sentimentos românticos, os primeiros jogos ou mesmo o primeiro beijo acontecer com o nosso melhor amigo ou amiga. Apenas para experimentar e ver como é que se faz. Ninguém se escandaliza com isso, precisamente porque todos estamos cientes do fato de que é uma fase de descoberta.

Então crescemos, o processo de socialização intervém e, gostemos ou não, internalizamos os conceitos do que é considerado certo ou errado. Na adolescência nos tornamos, por assim dizer, muito mais fundamentalistas, não queremos ser julgados e temos medo.

É por volta dos 20 anos que nossa mente se abre novamente. O sexo não é mais uma novidade em si e, portanto, a curiosidade do passado recomeça, o desejo de experimentar. Pode ser um jogo simples, ou a consequência de um relacionamento que acabou mal, e aí acontece, talvez depois de ter bebido alguns copos amais, de beijar alguém inesperado. E percebemos no fundo que não há muita diferença entre beijar um menino ou uma menina. Por outro lado, mesmo com os olhos fechados e esquecendo todos os preconceitos, um beijo é um beijo!

Duas mulheres se beijando

Mas acariciar seu corpo é outra coisa. Sentir sob o toque a sua pele, suas curvas, é muito diferente, mas talvez por esse motivo mais emocionante. Isso lembra você da primeira vez. E você nunca teria pensado que na vida poderia haver dois "primeiros tempos". Tocando seus genitais, então ... é como se você estivesse explorando seu corpo.

Um momento chave é certamente o do sexo oral. Isso não tem nada a ver com o que você tentou até agora e pode lhe dar a medida se realmente gosta do que está fazendo ou não. De fato, você entende se até então você nunca o fez por preconceito ou porque... você simplesmente não gosta disso.

O importante é que essa experiência não implica uma redefinição de sua orientação sexual. Isso porque temos que imaginar as orientações sexuais (bi, hetero e omo) como em uma única linha. Não existe pessoa que seja 100% hetero ou homo; em vez disso, haverá pessoas que se identificam mais com uma orientação, por exemplo, em linha reta, mas ao mesmo tempo se sentem atraídas por uma pessoa do mesmo sexo.

Somos todos livres para duvidar, tentar ou decidir não o fazer. Sim, porque só nós nos conhecemos, só nós podemos escolher de nos definir de uma determinada maneira ou não nos definirmos de forma alguma. Eu beijei uma garota e gostei...


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